>Mergulho em Naufrágios

Postado em Atualizado em

> Aquidabã
O encouraçado Aquidabã afundou em Janeiro de 1906, nessa época era a nau capitania da esquadra brasileira e realizava serviços na área de Angra dos Reis. Naufragou na Ponta Leste, na entrada da baía de Jacuecanga, encontra-se no fundo a uma profundidade que varia de 15 à 18 metros, devido ao fundo da região ser lodo, o mergulho só é possível em dias de água clara, para que se possa ter a melhor visibilidade possível, deve-se ter atenção, pois existe muitos ferros soltos e pontas no fundo, para o risco de ficar preso nas ferragens e/ou acidentes. Uma das caldeiras da embarcação continua intacta até hoje

Nível de Experiência Recomendado: Mergulho Avançado, Mergulho em Naufrágios ou Similar.

Anúncios

>Chafariz da Carioca

Postado em Atualizado em

>Também chamado de Bica da Carioca, é famoso pelas lendas e histórias surrealistas em torno da fonte d’água. Situado na Rua da Carioca (daí o segundo nome), existe a mais de 100 anos. Quando surgiu, a água que jorrava era canalizada de uma chácara nos arredores. Segundo relatos históricos, a água era levada de charrete e comercializada de casa em casa. Toda essa suposta magia deu origem a uma lenda que, segundo os moradores, quem bebe desta água nunca mais deixará a cidade. Com o crescimento de Angra e às muitas construções próximas a água do chafariz não é indicada para consumo.

>História de Angra e Ilha Grande

Postado em Atualizado em

> Na língua portuguesa, Angra designa uma enseada largamente aberta, com costas altas. Tendo seu descobridor o navegador Gonçalo Coelho aqui chegado no dia de Reis de 1502, esta recebeu o nome de Angra dos Reis.
O município caracteriza-se por uma costa privilegiada. A imensa baía com centenas de ilhas forma um local protegido do mar aberto e dos ventos, o que proporciona às embarcações um refúgio aberto e dos ventos, o que proporciona às embarcações um refúgio abrigado. Esta singularidade geográfica da região vem sendo utilizada de diferentes maneiras conforme as necessidades dos diferentes ciclos econômicos da história do país.
No primeiro período da história de Angra, o município era um importante entreposto comercial, pois, encontrava-se no meio da rota marítima que fazia a ligação entre as “Vilas de S. Vicente e S. Sebastião do Rio de Janeiro.”
O primeiro povoado local, elevado à categoria de Vila já em 1608, se fez na região hoje chamada de Vila Velha. Poucos anos depois, em 1617, com o assassinato do padre responsável pela paróquia, iniciou-se um processo cujo resultado, em 1624, foi o abandono da localidade primitiva e a mudança do povoado para o atual sitio de Angra dos Reis. O novo sitio foi provavelmente escolhido por já existir a Casa Conventual dos Carmelitas, erguida em 1593. O antigo sitio da povoação recebeu o nome de Vila Velha, conservado até hoje. Em 1626, deu-se início à construção da Igreja Matriz da Nova Vila, só concluída em 1750.
O início da construção do “Caminho Novo”, estrada que fazia a ligação por terra do interior de São Paulo e Minas Gerais ao atual estado do Rio, deu-se em 1728, evitando o percurso marítimo antigo, via o entreposto de Paraty, na época muito vulnerável à pirataria. Essa via possuía ligação direta com Angra dos Reis e as cidades de Lídice e Rio Claro, o que impulsionou o desenvolvimento e enriquecimento da região. Esse enriquecimento de Angra pode-se ver expresso na construção do convento São Bernardino de Sena, iniciado em 1763 e concluído cinco anos mais tarde. O desenvolvimento urbano, contudo, só acontece no séc. XIX, quando Angra tornou-se um importante porto para o tráfico de escravos e escoamento do café do Vale do Paraíba. Em 1835, a antiga povoação de N. S. da Conceição, agora Angra dos Reis, foi elevada à categoria de cidade. A Santa Casa de Misericórdia (atual Hospital Municipal) foi construída em 1836 para atender aos casos de tifo, malária e febre amarela; o Paço Municipal (atual Prefeitura), em 1871 e o primeiro jornal semanal, em 1860. São também desta época, os grandes sobrados da cidade e a antiga cadeia, hoje Câmara Municipal. Na segunda metade do séc. XIX, três fatores desorganizam a economia local: a construção da estrada de ferro que ligou o Rio de Janeiro a São Paulo através do Vale do Paraíba, a decadência do café no mesmo vale e por fim a abolição da escravidão. Em conjunto, esses fatores desarticularam as bases onde se assentava a sobrevivência da economia local.
O novo século manterá a tradição que diz ter estado o município sempre ligado aos grandes ciclos do país. Com o fim da República Velha e a Ascensão da “Era Vargas”, teremos a construção de um ramal ferroviário, ligando Angra dos reis à Estrada de Ferro D. Pedro II, na região do Vale do Paraíba, que iria posteriormente sediar a construção da Companhia Siderúrgica Nacional. Isso ocorreu em 1931 e, já em 1932, o porto da cidade inicia suas operações.
Com a política desenvolvimentista de Juscelino Kubischeck, a década de cinqüenta assistirá à construção (com capital holandês) do Estaleiro Verolme, no atual distrito de Jacuecanga. A indústria naval seria privilegiada pela posição geográfica de nosso litoral.
A ditadura militar das décadas de 60 e 70 trará a implantação de grandes projetos para a região. Nos anos 70, o Programa Nuclear Brasileiro escolherá Angra dos Reis como local para a instalação das Usinas de Angra I e II (1972 / 1985 ), que utilizam a água do mar para resfriamento do reator.
Em 1977 é inaugurado o Terminal Petrolífero da Baía da Ilha Grande(TEBIG), para receber navios de grande porte. Possuindo dez grandes tanques para o armazenamento de petróleo, estes estão ligados à refinaria de Duque de Caxias no Rio de Janeiro e de Gabriel Passos em Belo Horizonte , Minas Gerais.
Ainda na mesma época, é iniciada em 1972 a abertura da Rodovia Rio-Santos, BR 101, que possibilitou a instalação de empreendimentos turísticos e imobiliários. Com a valorização, iniciou-se o processo de ocupação dos melhores terrenos ao longo do litoral.
Hoje a história de Angra continua sendo contada ao redor de suas águas, através dos proeiros das traineiras de pesca, das mansões à beira-mar, das escunas, lanchas… De seus trabalhadores, moradores, veranistas e turistas… Dos naufrágios que aqui repousam, do silêncio dos mergulhadores, do barulho das águas que vão e vem dos barcos, dos navios e dos veleiros, que aqui sempre buscam as águas abrigadas de Angra dos Reis. Fonte: P.M.A.R

Ilha Grande
Dois anos após o Descobrimento do Brasil o navegador Gonçalo Coelho que já havia batizado o Rio de Janeiro, descobriu em 06 de Janeiro a Ilha Grande. A princípio eles pensavam que a Ilha fosse um continente e ao seu leste, a desembocadura de um grande rio.O nome surgiu por índios Tamoios que a chamavam de “Ipaum Guaçu”, expressão que significa Ilha Grande.Local preferido pelos navegantes portugueses, espanhóis, ingleses, franceses e holandeses, a Ilha Grande foi palco da história do Brasil desde a época do seu descobrimento. Em 1559, Don Vicente da Fonseca foi designado pelo Reino de Portugal para tomá-la à posse lusitana e administrá-la. Em meados do século XVI, começa uma longa e encarniçada guerra de resistência à colonização européia, a Confederação dos Tamoios (1554 a 1567 – foi a segunda grande luta de resistência social havida na história do mundo, antecedida pela insurreição asteca, em 1520 – tendo sido, no entando, de proporções e duração muito maiores), contra os invasores portugueses; os Tamoios tiveram ajuda dos franceses (“mair”, como os chamavam os Tupinambás), enquanto que os portugueses (chamados de “peró”) foram ajudados pelos índios Tupiniquins; bateram-se ao longo do litoral brasileiro numa surpreendente extensão que alongou-se do Espírito Santo até São Paulo, tendo sido a região de Angra dos Reis um dos principais redutos da resistência indígena, fato que retardou a sua colonização por mais de meio século.Em 1803 o povoado obtém uma identidade jurídica: Freguesia de Santana da Ilha Grande de Fora. Tornou-se um famoso entreposto do tráfico ilegal de escravos até a abolição da escravatura em 1888. Somente depois de proclamada a República, em 1891, foram criados os dois primeiros distritos: Abraão e Sítio Forte, hoje Araçatiba. No período de 1725 a 1764, com o avanço da cultura da cana-de-açúcar, começa a acontecer a colonização da Ilha Grande, num ciclo que se estenderá até a primeira metade do século XIX. O café, introduzido um pouco mais tarde, perdurou entre 1772 e 1890, chegando, inclusive, a ser exportado para a Europa. Com o término da escravidão, na segunda metade do século XIX, a cultura do café tornou-se inviavél e foi abandonada. A Ilha Grande entrou em um período de decadência. No mesmo período, ocorreu o fim da “Invencível Armada” Lusitana. Desse fato resultou a intensificação do contrabando do Pau-Brasil e muitos outros tipos de contrabando. No século XIX, D. Pedro II visitou a Ilha Grande. Ele ficou encantado pela sua beleza e tranqüilidade.Resolveu adquirir a Fazenda do Holandês (hoje, Vila do Abraão) e a de Dois Rios. Na Fazenda do Holandês foi construído o Lazareto, que serviu de centro de triagem e quarentena para os passageiros enfermos que chegavam ao Brasil (mais especificamente nos casos de cólera) chegando a atender mais de quatro mil embarcações durante seus 28 anos de funcionamento. A água para abastecer o Lazareto foi desviada do Córrego do Abraão, sendo para tanto construída uma barragem e o Aqueduto, um dos monumentos de maior importância histórica da Ilha Grande. Existe, ainda hoje, perto da barragem, o banco de pedra, denominado “Banco de D. Pedro”, utilizado pelo Imperador para descanso.Em 1903 foi criada a Colônia Correcional de Dois Rios. Por outro lado, o Lazareto foi desativado, passando a funcionar como presídio político. No final da Revolução Constitucionalista de 1932, seus internos passaram para a Colônia Correcional de Dois Rios. Posteriormente o Lazareto chegou a ser demolido, perdendo assim, a Ilha Grande, o seu mais importante patrimônio histórico e cultural. Em 1940 foi construído em Dois Rios o Instituto Penal Cândido Mendes, com capacidade para mil presos de alta periculosidade. À convivência dos presos políticos do regime militar com os presos comuns, dentro dos muros do presídio, é atribuida uma das origens do chamado “crime organizado”, pontuando com acontecimentos marcantes, tais como, fugas de helicóptero e outros, com ampla cobertura da mídia nacional e internacional; a presença do presídio vem notorizar a Ilha Grande, por aspectos diametralmente opostos à sua beleza natural e importante significação histórica. No ano de 1994, o Governo do Estado do Rio de Janeiro, através do Governador Leonel Brizola, faz a demolição da maior parte das dependências do presídio. Com a decadência da agricultura, inicia-se a regeneração de capoeiras nas áreas abandonadas e etapas superiores de sucessão vegetal.Hoje a atividade pesqueira veio substituir a agricultura decadente, e teve inicio na década de 30 do século XX, com a salga de peixe. Na década de 50, a pesca chega ao auge, quando chega a vinte o número de “fábricas de sardinha” instaladas na Ilha Grande. Ultimamente, com o declínio da atividade pesqueira, inicia-se o desenvolvimento do turismo e juntamente com este, vem aumentando a especulação imobiliária, visando a instalação de grandes complexos turísticos e condomínios fechados para veranistas, a Ilha Grande resiste.* Uma revisão histórica, anunciada pelo almirante Max Justo Guedes na “Conferência dos 500 anos” de Angra dos Reis, promovida pela prefeitura em 2002, trouxe à luz a oficialidade sobre o nome do verdadeiro descobridor: o navegante Gonçalo CoelhoAntes deste tratado o navegante André Gonçalves foi por muitos anos considerado o descobridor da Ilha Grande.

Esta revisão foi feita com base na fonte: “Tratado Descritivo do Brasil”, de Gabriel Soares de Souza.Bibliografia:Apontamentos para a história do Rio de Janeiro, Angra dos Reis e Ilha Grande.Carl Egbert Hansen Vieira de Mello.

>Telefones Uteis

Postado em Atualizado em

>

Telefones Uteis
Aeroporto de Angra: 3365-5896
Ampla: 0800-2800120
Banco Bradesco: 3365 6236/3365 7381
Banco C.E.F: 3365-0750
Banco HSBC: 3365-2125
Banco do Brasil: 3365-1655 / 3365-1664
Banco Real: 3364-1300
Barcas S/A: 0800-7044113
Capitânia dos Portos: 3365-0365
Cedae: 3365-1171
Cine Teatro Angra Shopping: 3377-2784
C.M.A.R: 3365-3875
Colégio Naval: 3421-3000
Corpo de Bombeiros: 3365-0193/193
Correios: 3365-3020
Cultuar: 3365-6585
Defesa Civil: 199
Delegacia Polícia Militar: 0065-0027/190
Delegacia Polícia Federal: 3365-5060/3365-4548
Detran: 3365-6798
Funerária: 3365-2180
Fusar: 3377-5859
Hospital Codrato de Vilhena(Santa Casa): 3365-8432
Hospital Costa Verde: 3377-6804
Hospital de Praia Brava: 3362-1201
I.N.S.S: 3365-0753
P.M.A.R: 3377-8311
Polícia Rodoviária Federal – Jacuecanga: 3366-2478
Polícia Rodoviária Federal – Mambucaba: 3362-3015
Ponto Taxi (Centro): 3365-0422
Ponto Taxi (Rodoviária): 3365-0969
Procom: 3365-4189
Pronto Socorro: 193
Receita Federal: 3365-1992/3365-0852
Rodoviária: 3365-2041
S.A.A.E: 3377-6621
Secretária de Fazenda: 3365-6466
Secretária de Obras: 3365-2647
Secretária de Educação: 3365-1659/Estádio Municipal: 3365-4763
Secretária de Saúde: 3377-5859
Secretária de Vigilância Sanitária: 3365-6735/3365-1255
Shopping Pirata’s: 3365-2640
S.i.n.e : 3365-2382
Turisangra: 3367-7826
Viação Colitur: 3365-0223
Viação Costa Verde: 3365-1750
Viação Reunidas: 3365-0565
Viação Senhor do Bonfim: 0800-8861000

Farmácias do centro da cidade
Interfarma (Drogaria Angrense): 3367-0966
Interfarma (Drogaria Nacional): 3365-0236
Drogatur: 3365-2661/3377-8616
Drogaria Drogaly: 3365-6148
Drogaria Pacheco: 3365-5001
Drogamar: 3377-8539
Exxi Pharma: 3365-2193

Horários de Ônibus
Angra x Rio
04:00,05:15,06:00,07:00,08:00,09:00,10:00,11:00,11:45
12:00,13:00,14:00,15:00,16:00,17:00,18:00,19:00,20:00
21:00

Rio x Angra
04:00,05:00,06:00,07:00,08:00,09:00,10:00,11:00,12:30
13:00,14:00,15:00,16:00,17:00,18:00,19:00,20:40,22:40
(consulte junto a empresa os horários via Paraty,Passa Três e Verolme

Duvidas acesse: http://www.costaverdetransportes.com.br/index.html )

Angra x Volta Redonda
05:30,06:50,08:15,09:40,11:30,13:30,15:40,17:30,18:15,19:15
Volta Redonda x Angra
05:15,06:40,07:45,09:00,10:30,12:40,14:45,16:15,17:45,19:00

Angra x São Paulo
08:00,10:00,12:00,15:00,22:00
São Paulo x Angra
08:00,10:00,12:15,16:00,22:00,22:40
(Duvidas acesse: http://www.reunidaspaulista.com.br/)

Angra x B.Horizonte/ B.Horizonte x Angra
Os horários variam de acordo c/ o dia da semana
(Duvidas acesse: http://www.util.com.br/)

Horários das Barcas
Abraão x Angra: Segunda a Sexta: 10:30hrs
Sabados, Domingos e Feriados: 10:00hrs

Angra x Abraão:
Segunda a Sexta: 15:30hrs
Sabados, Domingos e Feriados: 13:30hrs

Tarifas:
De Segunda a Sexta:R$ 6,50
Sábados, Domingos e Feriados: Unitário: R$ 14,00 – Ida e Volta:R$ 25,00

Tele Barcas: (21) 4004-3113, 24 Hrs
Website: http://www.barcas-sa.com.br/
E-mail: sac@barcas-sa.com.br

Catamarã (Horários Alternativos)
Angra x Abraão
Abraão x Angra
Saída: Cais de Santa Luzia (Centro)

I.G.T Turismo (Terminal Rodoviário)
Consulte horários pelo Tel: (24) 3365-6426
E-mail: contato@ilhagrandeturismo.com.br