>Convento do Carmo

>A construção da Igreja teve inicio em 1593, de arquitetura simples colonial com azulejos portugueses, foi erguida por Frades Carmelitas que se estabeleceram em Angra dos Reis. Mantêm o aspecto adquirido em 1623, época do fim da construção. Abriga as imagens de Nossa Senhora da Saúde e do Cristo Crucificado. Foi tombada pelo IPHAN em 1954. Atualmente só a igreja está em em funcionamento.Conta uma antiga lenda que existia uma passagem subterrânea que ligava o Convento do Carmo ao outro importante convento da cidade, o Convento São Bernardino de Sena.

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>Convento São Bernardino de Sena

>O conjunto é formado pelo convento e pela capela e ocupa um outeiro no Morro de Santo Antônio, com vista panorâmica da cidade e do porto. Do convento, inaugurado em 1763, restam apenas as ruínas e o relógio original do campanário. Já a capela, também do século XVIII, tem construção modesta, porém, guarda em seu interior bonitas imagens policromadas de São Francisco de Assis, de Nossa Senhora da Conceição, de Santa Ana Sentada e de Santo Antônio.

>Igreja de Santa Luzia

>Igreja construída por volta de 1632 por uma confraria de pescadores. Funcionou como igreja matriz da cidade entre 1632 até 1750, quando foi inaugurada a Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição. No século XVII também serviu aos franciscanos até a finalização do seu antigo convento em 1659 (ver Convento de São Bernardino de Sena). Após 1749 a igreja foi reformada, ganhando o frontão de feição barroco-rococó e talha dourada no interior em estilo rococó. Destaca-se no interior a imagem de Santa Luzia no altar principal.

>Igreja Matriz

>Construção de 1749, com linhas simples, em estilo barroco. Nela se encontra a imagem de Nossa Senhora da Conceição, com 1,8 m de altura que foi trazida há mais de trezentos anos por uma embarcação que fazia uma viagem com escala em Angra. A nau foi por três vezes impedida de seguir viagem devido a tempestades que iniciavam assim que a embarcação saia do Porto, empurrando-a de volta. O comandante desistiu de retirar a Santa da Cidade acreditando ser um aviso dos céus para o destino de Nossa Senhora. Ela foi vendida para a Igreja da Matriz e, depois disso os navegantes conseguiram sair da Cidade e seguir viagem. É a Igreja mais rica do Município. Tombada pelo IPHAN em 1954.