>Naufrágio Aquidabã

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> O encouraçado Aquidabã ou simplesmente Aquidabã era o navio de guerra mais potente da Marinha no século XVIII, tendo participado de várias Batalhas, dentre elas a Revolta da Armada em 1894. O Aquidabã teve seu final na noite de 21 de janeiro de 1906, na Baía da Jacuecanga, uma explosão seguida de naufrágio vitimou cerca de 223 militares, entre eles três almirantes e o filho do ministro da Marinha da época.
O motivo da visita do Aquidabã a Angra dos Reis era a possibilidade de transferência do Arsenal de armas da Marinha do Rio de Janeiro para Angra (idéia que após o desastre foi descartada). Pela versão oficial, o navio explodiu por conta de uma combustão espontânea de pólvora armazenada em seus porões.
Em 1894, o Aquidabã participou da Revolta da Armada. De seus canhões partiram, acidentalmente, tiros que acertaram a cúpula da Igreja da Candelária, no Rio de Janeiro. Em 1895 foi torpedeado em Santa Catarina, tendo sérias avarias foi então enviado a Europa para serem feitos reparos. Hoje o Aquidabã é homenageado na cidade com nome em um clube náutico, os mortos tem um monumento próprio construído na Ponta Leste (ótimo ponto turístico) onde jazem seus restos mortais, a Marinha homenageia seus mortos todo dia 21 de janeiro colocando flores aos pés do monumento. Os destroços estão a cerca de 25 metros de profundidade, a visibilidade é ruim e pouco resta do navio atualmente. Fonte: Arquivo Nacional

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